Tabela ASCII

Fig.1 Parte da tabela de ASCII - códigos
correspondentes a cada letra do alfabeto. 
       A tabela ASCII é uma tabela que surgiu na década de 60 e que contém um padrão que é utilizado por todos os computadores, facilitando a comunicação e a troca de informações entres eles, pois apresenta conjuntos de sete bits para codificar um certo número de caracteres.
    Os códigos da tabela ASCII são constituídos apenas por dois dígitos, zero (0) e um (1) pois os dispositivos do computador apenas sabem ler a informação digitalizada, ou seja, em forma binária. Este é um dos motivos para a tabela de ASCII ter um número limitado de caracteres (256 caracteres). Outra desvantagem é o facto da codificação da tabela ser baseada no alfabeto inglês, pois causa grandes fragilidades quando se muda de linguagem, uma vez que o alfabeto inglês não possui caracteres acentuados e que há várias línguas, como o chinês e o árabe, em que cada palavra é representada por um carácter próprio.
       Para visualizar a tabela completa,com todos os seus caracteres clica aqui. Na maioria das vezes, os códigos ASCII aparecem na forma decimal, no entanto é sempre necessário haver uma conversão para forma binária para poder ser "lido" pelo computador.


       Através da tabela de ASCII também é possível: 

Fig.2 Conversão de uma imagem normal (direita).
Fig.3 Conversão de um texto "Ângela Rebelo".

Fig.4 Conversão de um texto: "Aplicações Informáticas B",
utilizando as fontes fuzzy e doom, respectivamente.

Observações: Para aceder aos sites e poder criar as suas próprias conversões basta clicar em cada tópico acima apresentado.

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Recursos de hardware

       Existe um conjunto de recursos de hardware necessários para o desenvolvimento e execução de conteúdos e aplicações de um sistema multimédia, que, ao mesmo tempo, contribuem para um aumento da qualidade desse sistema. Esse conjunto é constituído por: dispositivos de entrada, dispositivos de saída, dispositivos de entrada e saída e dispositivos de armazenamento.


Dispositivos de entrada
Fig.1 Dispositivos de entrada.
       Estes dispositivos fornecem os dados necessários para se realizarem operações num programa, ou seja, permitem a comunicação do utilizador com o computador, enviando dados analógicos para o computador, que posteriormente serão convertidos a sinais digitais.
       Como exemplos deste tipo de dispositivos de hardware temos o teclado, o scanner, o rato, o joystick e a web.


Dispositivos de saída

Fig.2 Dispositivos de saída.

               Estes dispositivos mostram os dados e as informações que são processadas através do computador, ou seja, são dispositivos com uma função oposta aos dispositivos de entrada, pois estes permitem a comunicação do computador com o utilizador.
      Sendo assim, o monitor, a impressora, os plotters, os projectores de vídeo e as colunas são exemplos de dispositivos de saída.



Dispositivos de entrada e de saída 
Fig.3 Dispositivos de entrada e de saída.
       Este tipo de dispositivos são responsáveis pela conexão física entre o processador e a memória do sistema ao barramento e também pela comunicação lógica entre o barramento e o dispositivo, ou seja, é graças a esta conexão fornecida pelos dispositivos de entrada e de saída que é possível a comunicação entre vários dispositivos com o maior rendimento possível, tornando o seu desempenho mais prestável.
       Entre os vários dispositivos de entrada e de saída temos, por exemplo, o modem, o monitor táctil, as placas de rede, as placas de som ou os bluetooths.


Dispositivos de armazenamento
       Este tipo de dispositivos são capazes de armazenar dados ou informações, de modo virtual. Mediante a sua função, os dispositivos podem ser classificados de diferentes maneiras, pois um dispositivo de armazenamento pode apenas reter a informação, pode processar a informação, ou até mesmo ambos. Os mídia de armazenamento são dispositivos que apenas guardam a informação.Os dispositivos que processam na informação podem aceder a um mídia de gravação portátil e ainda armazenar e obter dados. Estes tipos de dispositivos de armazenamento podem ser através de meios magnéticos, ópticos ou electrónicos.

       Dispositivos de armazenamento por meio magnético
Fig.4 Dispositivos de
armazenamento magnéticos.
       Estes dispositivos são os mais antigos e os mais utilizados actualmente, pois possuem a vantagem de permitir armazenar uma grande quantidade de informação num pequeno espaço físico.
       Como exemplos de dispositivos de armazenamento magnéticos temos os discos rígidos, as bandas magnéticas e as disquetes. Este último é o dispositivo mais frágil e que possui uma capacidade de armazenamento mais pequena, comparada com os restantes dispositivos de armazenamento magnético.

       Dispositivos de armazenamento por meio óptico
Fig.5 Dispositivos de
armazenamento ópticos.
       Estes dispositivos são os mais frequentes no armazenamento de informações multimédia, nomeadamente filmes, series ou música, mas não só, pois também são muito utilizados para a instalação de programas no computador.
       Como exemplos destes de dispositivos de armazenamento ópticos temos os CD-ROMs, os CD-RWs, os DVD-ROMs e os DVD-RWs, sendo estes últimos, os dispositivos de armazenamento ópticos que têm maior capacidade de armazenamento de informação.

       Dispositivos de armazenamento por meio electrónico
       Dstes dispositivos, ao contrário dos magnéticos, são os mais recentes e que, por sua vez, são os que oferecem mais perspectivas para o desenvolvimento e evolução na técnica de armazenamento de informação.   
Fig.6 Dispositivos de
armazenamento electrónicos.
      Possuem a vantagem de ter um tempo de acesso muito inferior aos restantes dispositivos de armazenamento, pois não contêm partes móveis, ou seja, são circuitos que não precisam de se movimentar para aceder  aos dados armazenados no seu interior ou para gravar novas informações. Por este motivo, estes dispositivos também se podem designar por memórias de estado sólido.
       No entanto, estes dispositivos não são muito utilizados e apenas aparecem com pouca capacidade de memória, pois é uma tecnologia com um custo muito elevado, quando se compara com os restantes dispositivos de armazenamento por meios magnéticos ou ópticos.
       Como exemplos de dispositivos de armazenamento electrónico temos as Pen Drives e os cartões de memória.

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Representação digital da informação

       Um computador pode ser utilizado como um processador simbólico através da representação digital da informação. É necessário entender primeiro como a informação é representada, para compreender  o funcionamento de um sistema multimédia. Estes sistemas processam a informação através do tipo de software com que operam, no entanto, o hardware trabalha, geralmente, com o sistema binário.
Fig.1 Sistema binário.
       No sistema numérico binário é utilizado apenas os dígitos 0 e 1, deste modo, toda a informação armazenada nos sistemas informáticos é codificada através de diferentes combinações entre os dígitos binários. Estas combinações podem ser representadas por bits, que são a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida e que podem assumir o valor 0 ou 1. Deste modo, os bits são agrupados  em 1, 2, 4, 8, 16 bits, e assim sucessivamente, tornando possível a representação de letras, imagens, sons, valores numéricos decimais, ou outros tipos de dados no sistema informático. Exemplo: 10010001 é um agrupamento de 8 bits, ou simplesmente byte.

       Conversão do sistema binário para decimal
      Para expressar decimalmente um número binário é necessário escrever, por ordem, cada bit que o compõe e multiplicá-lo pela base do sistema, que é sempre 2, e elevar essa base á posição que ocupa, ou seja, a base do primeiro bit que aparece á direita é elevado a 0 (zero), a base do bit que aparece mediatamente á esquerda é elevada a 1 (um) e assim sucessivamente, até ao último bit do número binário. Para se obter o número decimal final, ou seja, o número real, soma-se os resultados de cada multiplicação.
       Exemplo: Converter 100011 (em forma binário) para número decimal.
Fig.2 Multiplicação de cada bit que compõe o número real pela base elevada á posição que ocupa.

       Depois de realizar cada multiplicação, soma-se cada um dos valores obtidos:
       Sendo assim, 100011 convertido para decimal representa o número 35.
   
       Conversão do sistema decimal para binário
       Para converter um número decimal para binário é necessário dividir o número por 2 até a divisor ser a unidade. Após feitas as sucessivas divisões, para chegar ao número real na forma binária, coloca-se os bits  (que corresponde aos restos de cada divisão) pela ordem inversa da divisão, ou seja, da direita para a esquerda e de cima para baixo.
       Exemplo: Converter o número 25 (na forma decimal) para forma binária.
Fig.3 Divisão sucessiva do número decimal por 2 até o divisor ser a unidade.

       Após feita a divisão, coloca-se os restos pela ordem inversa:
 
        O que resulta a conversão do numero 25 para forma binária, que é 111001.

       Sendo assim, através destes métodos é possível criar um tabela com os números decimais e as conversões binárias correspondentes:
Fig.4 Tabela com equivalências nos sistemas de numeração.

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